“É possível trabalhar com arte e viver disso”

Conheça a jovem monitora Natalia Freitas e como ela encontrou no Programa Jovem Monitor/a Cultural a oportunidade que precisava para viver da arte

Natalia pode se aproximar da equipe de formadores do PJMC e destaca abertura para ouvir os jovens
Natalia pode se aproximar da equipe de formadores do PJMC e destaca abertura para ouvir os jovens

 

Natalia, 29 anos, moradora do bairro da Vila Maria, na Zona Norte de São Paulo, participou da edição 2017 – 2018 do Programa Jovem Monitor/a Cultural e foi selecionada na categoria de formação continuada, o que a permite atuar mais um ano no programa. Na Secretaria Municipal de Cultura da Cidade de São Paulo, ela apoia no trabalho com programações de equipamentos culturais.

Natalia sempre buscou sua independência. Seu primeiro emprego, com carteira assinada, foi aos 16 anos. Aos 19, já estava saindo de casa para morar sozinha. Conseguiu bolsa integral, pelo ENEM, para estudar produção audiovisual. Depois de formada, ela confessa que não foi nada fácil para conseguir algo na área, então optou por começar na área de tecnologia da informação para se sustentar.

Em 2017 ela ficou sabendo do programa pela internet, e decidiu se inscrever, pois sempre se identificou com a arte. Desde muito cedo ela já tinha envolvimento com produção musical. Toca flauta, já fez aulas de piano e fazia artes cênicas na escola. Natalia estava em busca de uma oportunidade para vivenciar a cultura e a arte.

“O programa teve um papel muito importante para eu conhecer outras pessoas, outros jovens, me fazer acreditar que é possível trabalhar com arte e viver disso”, afirma Natalia.

“Estive muito próxima dos formadores durante este ano e eu entendi que teve bastante entrega de pessoas que estavam próximas, sempre abertas a ouvir. É claro que sempre tem desafios no caminho, mas é o que faz ‘girar a roda’ e eu acho que tem que ter mesmo. Faz parte da evolução de cada um, tanto profissional, como pessoal”, diz a jovem monitora.

A jovem, que identifica o programa como uma oportunidade de desenvolvimento profissional, conclui resumindo o acompanhamento do CIEDS em duas palavras: Oportunidade e engajamento.

Natalia, boa sorte na sua trajetória e pode contar com a gente na construção de redes para prosperidade.

Por Karina Simões

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