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Oficinas de Linguagens: a arte de contar histórias e as práticas em jogos teatrais encantam Jovens Monitores das Bibliotecas

As oficinas de linguagem artística contaram com a presença de Glória de Freitas e Adriano Mauriz

Os Jovens Monitores Culturais das Bibliotecas Públicas de São Paulo participaram de uma oficina com foco na arte de contar histórias. Glória de Freitas, psicóloga e professora adjunta na Universidade Estadual de Londrina, esteve presente na segunda-feira (19/01) para desenvolver com os jovens atividades sobre o tema.

Tendo como base as narrativas da cultura popular, como os contos indígenas, Glória iniciou um debate acerca da história das narrativas populares e da oralidade. Ressaltou também a importância das narrativas em nossas vidas, chamando atenção para os perigos da história única, já que não temos uma só história, mas sim várias, e todas elas podem e devem ser abordadas.

Jovens Monitores Culturais das Bibliotecas em oficina de linguagem
Jovens Monitores Culturais das Bibliotecas em oficina de linguagem (Foto: Equipe Ação Educativa)

Através de dinâmicas, Glória propôs que os jovens fizessem duas atividades em grupo. Primeiramente, ela deu uma palavra para que eles escrevessem uma história. Em seguida, cada grupo tinha que expressar uma narrativa a partir de uma história real de um dos participantes, sem expor quem era o autor dela.

Glória, durante a formação, reafirmou a importância da contação de histórias desde a antiguidade até a contemporaneidade, enfatizando que é necessário preservá-las, embora ainda falte muito a evidenciar acerca das histórias orais riquíssimas de nossa tradição.

Jovens Monitores Culturais das Bibliotecas em oficina de linguagem
Jovens Monitores Culturais das Bibliotecas em oficina de linguagem (Foto: Equipe Ação Educativa)

Práticas em jogos teatrais

Adriano Mauriz, do Pombas Urbanas, esteve presente no auditório da Ação Educativa na segunda-feira (02/02) e iniciou sua oficina em roda, contando um pouco de sua experiência dentro do teatro e com jogos teatrais, conversando com os jovens e perguntando sobre suas vivências dentro das bibliotecas.

“Todos sentiam a necessidade em fazer arte, mesmo que aquilo fosse pouco comum na periferia quando começaram e hoje, com mais de 10 anos de existência, entenderam o quão importante é o trabalho desenvolvido com jovens da comunidade”, conta Adriano.

Em seguida, Adriano aplicou algumas dinâmicas em grupo. Cada jovem deveria caminhar e reparar como andam. Depois tentar imitar o caminhar de seu colega, percebendo como cada um tem um jeito único de ser e de se movimentar. Muitos jovens fizeram conexões com suas práticas nas bibliotecas e enxergaram na dinâmica uma boa oportunidade para aplicá-la nesses espaços.

Ao final da tarde, os jovens agradeceram a vivência e sua conexão com as práticas desenvolvidas nos seus equipamentos. Adriano aproveitou para mostrar um vídeo da chegada do Pombas Urbanas em sua sede em Cidade Tiradentes, zona leste de São Paulo.

Jovens Monitores Culturais das Bibliotecas em oficina de linguagem
Jovens Monitores Culturais das Bibliotecas em oficina de linguagem (Foto: Equipe Ação Educativa)

Para saber mais:
Blog do Pombas Urbanas