Quando a ficha cai – reflexões sobre o encerramento de um ciclo

Confira o depoimento do jovem monitor Willian Rodrigues

Willian Rodrigues atuou como jovem monitor no Centro Cultural da Juventude
Willian Rodrigues atuou como jovem monitor no Centro Cultural da Juventude

Sabe aqueles ciclos que marcam a nossa vida? O Willian Rodrigues, que atuou no Centro Cultural da Juventude, identifica que o Programa Jovem Monitor/a Cultural foi um desses momentos marcantes.

“Há dois dias me despedi do Programa Jovem Monitor/a Cultural e, só agora refletindo muito, que a ficha começou a cair. O encerramento de um ciclo no meu ponto de vista deve ser leve para que haja bonanças no que estar por vir”, inicia a reflexão principalmente sobre a troca de experiências ao longo do último ano em que Willian atuou no Programa.

“Tive a sorte de entender como a cultura acontece nesses espaços e tenho muito a agradecer aos gestores e aos amigos que fiz nesse período e que pretendo levar comigo. Um bom gestor de um equipamento público não é só aquela pessoa que tem algum envolvimento na arte, cultura ou educação, mas sim aquele que tem um olhar pedagógico e receptivo, quer seja para o jovem monitor que inicia a sua jornada, para os artistas que desejam se manifestarem ou para o público que frequenta o espaço”, afirma Willian.

O jovem ainda compartilhou que é preciso ter muita coragem e empatia pelo próximo para tentar fazer a diferença na vida das pessoas que utilizam o espaço público de cultura.

O jovem aproveitou o momento para agradecer colegas do Centro Cultural, do Programa e da equipe de realização da atual edição. “Agradeço especialmente para aqueles que me acompanharam nessa jornada, que deixaram uma mensagem significativa em minha vida e que me mostraram que o meu caminho de fato é na cultura e na educação: Gabriel Kaspar, Fefo Villa Real, Alexandre Ricardo, Clayton João, Italo Yuri, Karen Rego, Elci Alves Arruda, Juba Ayo , Fernando Cartago e a todas as tias da limpeza, controladores de acesso e aos jovens monitores! Fica aqui o meu muito obrigado!”.

Willian, que este seja apenas mais um passo em uma vitoriosa caminhada nas políticas públicas de cultura e educação.

Por Rafael Biazão

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